segunda-feira, 17 de outubro de 2011

“O GIGANTE QUE DAVI NUNCA DERROTOU”

Davi entrou para a história universal como um vencedor de gigantes. Porém, houve um gigante ao qual ele nunca derrotou: a sua paixão desenfreada por mulheres. Há gigantes dentro de nós que são muito maiores e mais difíceis de serem derrotados do que aqueles gigantes que estão do lado de fora.

Da última vez que encontramos Davi, ele, provavelmente na casa dos 20 a 23 anos de idade, já havia tomado para si nada menos do que três esposas, a saber: Mical, Ainoã e Abigail (I Samuel 25. 39-43). Este número nos leva a pensar que aquele interesse muito natural que Davi demonstrou pelo prêmio oferecido pelo rei Saul a quem vencesse o gigante Golias não foi, então, um desejo assim ‘tão natural’. Esta quantidade de mulheres pode revelar que o jovem Davi já abrigava naquele tempo em seu coração uma paixão desenfreada por mulheres. E ele passa, logo cedo, do sentimento para a ação. Percebemos que o grande rei Davi, tão vitorioso em suas muitas batalhas contra os inimigos externos, vai se tornando, de pouco a pouco, um escravo de um inimigo que reside dentro de si. Não o vemos tão determinado em combater e derrotar este inimigo; ao contrário, vêmo-lo nutrir, pouco a pouco, aquele que haveria de ser tornar no gigante que ele jamais conseguiria derrotar.

Agora, em II Samuel 3.2-5, já tendo sido consolidado como o rei de Judá, Davi é alvo de mais uma nota triste. Ela se refere ao seu descontrole, no tocante às mulheres; não mais três, mas sete – isto mesmo, sete – mulheres (e isso antes dos 30 anos de idade): Mical, Ainoã, Abigail, Maacá, Hagite, Abital e Eglá. É interessante observar como Davi transmitiu esta falha de caráter ao seu filho Absalão. E, como os filhos tendem a ‘aperfeiçoar’, por assim dizer, os pecados de seus pais, Absalão tomou para si não apenas sete, mas mil mulheres.

Ao ser consolidado rei de Judá e Israel (II Samuel 5.3-5), Davi decide dar mais um passo na direção contrária à vontade de Deus, e toma para si mais esposas e concubinas (II Samuel 5.13-16). Mais uma vez, o sucesso e o bem-estar externos pareciam não satisfazer os desejos incontroláveis de Davi; e, mais uma vez, não se percebe qualquer esforço de sua parte no sentido de combater e dominar estes desejos. Talvez Davi não estivesse percebendo, mas ele estava perigosamente nutrindo um desejo que mais tarde haveria de se tornar num gigante
dentro de si. Gigante este que nem mesmo ele, renomado vencedor de gigantes, seria capaz de derrotar.

“OS ‘EX’ DE DEUS”

“Agradeço a Cristo Jesus, o nosso Senhor, que me tem dado forças para cumprir a minha missão. Eu lhe agradeço porque Ele achou que eu era merecedor e porque me escolheu para servi-Lo. Ele fez isso apesar de eu ter dito blasfêmias contra Ele no passado e de O ter perseguido e insultado.” (I Timóteo 1.12,13)

Como Paulo, eu também tenho que admitir que sou um ‘ex’ de Deus, graças à graça de Deus. Como Paulo, eu também tenho um passado; como o dele, o meu também já foi perdoado e lavado pelo sangue de Jesus. Alguém disse, e com muita propriedade que ‘não há pecador sem passado, nem santo sem futuro’. Todo crente em Jesus deveria ser um ‘ex’; quem não é ‘ex’ ainda está vivendo sob o domínio da carne.

Paulo, um ‘ex’ de Deus teve o privilégio de servir a Deus através da Sua igreja. Ele foi feito apóstolo, pregador, missionário, e escritor de 13 dos 66 livros da Bíblia. Será que Paulo seria aceito hoje no corpo diaconal de certas igrejas evangélicas? Será que ele seria aprovado num concílio para o ministério pastoral? Alguém teria a coragem de lhe dar o púlpito para pregar? Alguma junta missionária o enviaria para os campos? Temo que Paulo, por ser um ‘ex’ perseguidor, ‘ex’ blasfemador e ‘ex’ maledicente jamais teria lugar no corpo diaconal de muitas igrejas! No púlpito, nem pensar! Como missionário? Tá bricando!?! ‘Vamos dar a ele uma função mais humilde. Afinal de contas, você sabe como é, né? Ele é um ‘ex’... lembra-se!?! A gente não pode se arriscar com esta gente...

“E dou graças ao que me tem confortado, a Cristo Jesus Senhor nosso, porque me teve por fiel, pondo-me no ministério.” (vs. 12) Acho extremamente engraçado como Deus escolhe usar poderosamente os seus ‘ex’ para confundir a mente dos fortes e poderosos
(I Cor. 1.27,28).

Se você, como eu, também é um ‘ex’ de Deus, exulte e cante, irmão! O Deus do apóstolo Paulo – o maior de todos os ‘ex’ (I Tim. 1.15) – é também o nosso Deus!

Há lugar na sua igreja para um ‘ex’ de Deus? Há lugar no seu coração para este tipo de gente?

No céu, meu amado, há.

“TERCEIRIZANDO O NOSSO RELACIONAMENTO COM DEUS”

“Saul respondeu: - Os meus soldados os tomaram dos amalequitas. Pegaram as melhores ovelhas e o melhor gado para oferecer como sacrifício ao SENHOR, o seu Deus. E destruímos completamente o resto.”
“- Eu pequei! – repetiu Saul. – Mas pelo menos me respeite na frente dos líderes e de todo o povo de Israel. Volte comigo para que eu possa adorar o SENHOR, seu Deus. (I Samuel 15.15, 30 – grifos meus)

A terceirização de serviços é algo que está muito em voga nos tempos modernos. Esta é uma prática muito comum no meio das grandes empresas. Especialistas a vêem como uma das marcas da administração inteligente e eficiente.

No tocante ao nosso relacionamento com Deus, a terceirização é uma prática não apenas repugnante como também destrutiva. Não obstante, não é uma prática ultrapassada, pois há muitas pessoas que preferem terceirizar o relacionamento com Deus a construir um relacionamento pessoal com Ele.

A história de Saul é a história de um homem destinado por Deus a tornar-se um ícone de grandeza, prosperidade e bênção, mas que, ao invés disso, conheceu o fracasso, a vergonha e a ruína muito cedo, por que jamais valorizou o seu relacionamento pessoal com Deus. Saul decidiu, desde o início do seu reinado, que iria fazer as coisas à sua própria maneira, ao seu gosto pessoal, a partir do seu ponto de vista; pouco lhe importava as diretrizes que Deus lhe dava. Com isso, ele se afastou cada vez mais do projeto de Deus para a sua existência e para a existência da sua descendência. A ascensão meteórica que experimentou não se sustentou diante de um espírito de desprezo e rebelião para com o Senhor. A esta postura, seguiram-se perdas irreparáveis, fracasso inevitável e morte prematura. (Prov. 10.27; Ecles. 7.17)

Há uma boa quantidade de cristãos hoje que almeja ardentemente desfrutar das promessas e bênçãos do Pai, mas que, ao mesmo tempo, diz não possuir tempo para estar na presença dEle. Em outros casos, a justificativa é a falta de conhecimento ou capacidade. Seja como for, estas pessoas, à semelhança de Saul, têm optado por terceirizar o seu relacionamento com Deus. É o caso daquele cristão que corre de igreja em igreja para receber oração, mas que nunca fecha a porta do seu quarto e ora, ele mesmo, ao Pai, em segredo; ou daquele outro que leva o Filho à Escola Bíblica semana após semana, mas, ele mesmo não ensina a Bíblia em casa.

Que o final trágico de Saul nos sirva a todos de alerta. Deus jamais se relacionará com um de seus filhos através de terceiros, sejam estes pessoas ou instituições. Ele exige um relacionamento pessoal, íntimo e verdadeiro com cada um de nós. Ou aceitamos a Sua graciosa oferta, ou lidamos, sozinhos, com as conseqüências inevitáveis e danosas da nossa perversa escolha. Com Deus, amados, é tudo ou nada; ou rimos com Ele, ou ruímos sem Ele. Não há meio termo.

“DEUS DE PROMESSAS... E AMEAÇAS”

“Mas assim como ele manteve cada promessa que Ele lhes fez, assim também Ele cumprirá cada ameaça.” (Josué 23.15)

Deus de promessas, sim; mas Deus de ameaças?!?
É justamente nesta segunda parte que a maioria de nós tropeça, não é verdade? Temos dificuldade em aceitar a idéia de um Deus que faz ameaças, que pune, que castiga; a idéia parece-nos repugnante; todavia, ela é tão bíblica quanto a outra, pois é assim que a Bíblia descreve o nosso Deus.

A idéia de um Deus conivente com o pecado não faz jus ao caráter de Deus, como descrito na Bíblia. O nosso Deus é Deus que castiga o pecado em qualquer uma de suas multiformes manifestações. Em Isaías 4.24b-25, por exemplo, lemos: “Pois vocês desobedeceram às leis do Senhor Todo-Poderoso e desprezaram os mandamentos do Santo de Israel. Por isso, o Senhor ficou irado com o seu povo; ele levantou a mão e os castigou. As montanhas tremeram, e os corpos dos mortos ficaram largados nas ruas como lixo. Mesmo assim, a ira de Deus não passou; a sua mão continua levantada para castigar.” (Quer uma dica? Procure a palavra ‘castigar’ na Bíblica, com a ajuda de uma chave bíblica, e verifique quantas vezes ela está relacionada a Deus.)

As ameaças não fazem parte do lado obscuro ou ruim de Deus; pelo contrário, elas revelam a justiça e a santidade d’Ele. Quem se relaciona com o Deus da Bíblia, precisa saber que Ele jamais aceitará o pecado na vida de um de seus filhos; jamais! (todo pecado precisa ser tratado e expurgado) E que Ele é soberano para retribuir a cada um conforme lhe aprouver... até mesmo com doenças, pestilências e morte.

Pessoas que já sofreram injustiças e maltratos têm a tendência de esconder ou eliminar esta faceta do caráter de Deus (fazem-no devido à experiência pessoal e não segundo o ensino das Escrituras). A idéia de um Deus que ameaça e pune lhes parece simplesmente inconcebível! Devo dizer-lhes que Deus quer ser conhecido tanto pelo seu amor quanto pela sua justiça e santidade; estes traços do Seu caráter são inseparáveis.

A minha fé repousa num Deus que me promete as delícias do céu, e que, ao mesmo tempo, ameaça, corrige e pune para me livrar do engodo, sedução e maldade do pecado e do inferno. (Hebreus 12.3-11).Aleluias!

“O GIGANTE QUE DAVI NUNCA DERROTOU”

Davi, o vencedor de gigantes, mostrou-se impotente diante da sua paixão desenfreada por mulheres. E esta “paixão carnal” - ou vício -, causou-lhe muito sofrimento e dor. Exteriormente, Davi mostrava-se um guerreiro forte e aguerrido; interiormente, porém, um homem fraco e resignado diante daquele gigante que o dominava. Aos trinta anos de idade, Davi já havia tomado para si pelo menos onze – isso mesmo, o-n-z-e – mulheres (II Samuel 3.2-5; 5.13-15), e – pasmem! -, já era pai de d-e-z-e-s-s-e-t-e filhos! Estes números revelam o interior de um homem escravizado por um desejo, ou o quê?

Quantos de nós, hoje em dia, não estamos também vivendo aprisionados por desejos e práticas que contrariam a vontade de Deus? Quantos de nós não estamos hoje lançando as sementes de um pecado que amanhã se tornará num gigante ao qual não seremos mais capazes de derrotar? Quantos de nós não estamos morrendo aos poucos interiormente, vítimas das nossas próprias paixões carnais? Há, com certeza, vitória nesta luta que travamos contra os gigantes da nossa alma (Gálatas 5.24,25), mas há que existir, primeiramente, o reconhecimento da existência do erro e da própria culpa (Salmo 51.3,4). Nossa confissão a Deus precisa representar o reconhecimento sincero da nossa culpa dos pecados que cometemos e a decisão de abandoná-los, e não apenas uma tentativa sagaz de escaparmos das conseqüências dolorosas que estes provocam. Davi parece jamais ter conseguido derrotar o seu gigante interior porque ele jamais lutou contra este gigante com a mesma humildade, determinação e dependência do Senhor com as quais enfrentou o gigante Golias nos campos de batalha; pelo contrário, a cada página da sua história, vêmo-lo nutrir – alimentar, acariciar, afagar -, pouco a pouco, a sua paixão.

O fato de Deus ter usado Davi poderosamente tantas vezes não excluiu um outro fato: o de que ele nem sempre foi fiel às orientações de Deus. E isso fez com que ele pagasse um preço elevadíssimo pelas suas más escolhas. É digno de nota e louvor o fato de que Davi tenha consultado a Deus tantas vezes no que concerne às suas batalhas exteriores (II Samuel 5.19), mas é lamentável observar que, nem uma vez sequer, vêmo-lo buscar a orientação do Pai no tocante àquela prática que, aos poucos, ia constituindo um gigante dentro do seu coração. Houvesse ele declarado diante de Deus a sua chaga e miséria, e clamado desesperadamente por socorro e livramento, certamente o Todo-Poderoso o teria ouvido e providenciado ajuda e vitória. Mas Davi simplesmente não conversava com Deus a respeito deste quarto escuro da sua alma...

À época de Davi, possuir um grande número de mulheres e filhos havia se tornado um símbolo de prosperidade, riqueza e poder. Parece que Davi preferiu ajustar a sua vida à moda dos seus dias a conformar-se às demandas de Deus; em outras palavras, Davi parecia estar mais preocupado com a sua reputação do que com o seu caráter. Alguém disse que reputação é aquilo que as pessoas dizem a nosso respeito; caráter é aquilo que Deus diz a nosso respeito. Todos nós, sem exceção, corremos o risco de perder o equilíbrio e cair na armadilha de tentar agradar e satisfazer as pessoas, a fim de construirmos uma boa reputação, com o prejuízo inevitável do nosso caráter.

É possível que Davi não se apercebesse (o que eu, particularmente, duvido), mas, desta forma, ele estava nutrindo – alimentando, acariciando, afagando – um sentimento que, pouco a pouco, estava tomando a forma e adquirindo a força de um gigante que, mais tarde, nem mesmo ele, um vencedor de gigantes, seria capaz de derrotar.

Que a sinalização de advertência ao longo do caminho nos sirva de alerta.

“DEUS DE BÊNÇÃOS... E MALDIÇÕES”

“Eu sou o criador da luz e da escuridão, e mando bênçãos e maldições; eu, o SENHOR, faço tudo isso.” (Isaías 45.7)

Deus de bênçãos, sim; mas, Deus de maldições?!?
O nosso Pai é um Deus de bênçãos! Eu e você somos testemunhas deste fato. Não há outro Deus que seja capaz de abençoar o homem, como o faz o nosso Deus; Ele nos tem abençoado com toda a sorte de bênçãos, quer materiais, espirituais ou de qualquer outra natureza (Tiago 1.16,17; Salmo 103.1-5). E como se isso não fosse o bastante, Ele tem reservado muitas outras bênçãos que nos serão concedidas futuramente (I Pedro 1.4,5).

Mas esse mesmo Deus é também um Deus de maldições; você leu corretamente: Ele manda bênçãos e maldições. Oxalá não tropecemos neste traço do Seu caráter! Nós, filhos de Deus, que fomos chamados por Ele mesmo para revelar ao mundo quem Ele é, não devemos omitir qualquer traço do Seu caráter. O próprio Deus se revela na Sua Palavra como um Deus que envia maldições; portanto, é desta maneira que Ele também deseja ser conhecido. Ele não precisa que omitamos esta informação, como uma forma de torná-Lo mais atraente para as pessoas. A mensagem que vamos proclamar ao mundo há que ser teocêntrica, ou cristocêntrica; jamais antropocêntrica. Uma mensagem antropocêntrica é uma mensagem que se conforma, que se ajusta às necessidades e exigências do homem.

A propósito, o profeta Isaías (45.7) estava anunciando as maldições de Deus sobre uma nação que havia se desviado dos caminhos da verdade, santidade e justiça, ao ponto de contratar para si profetas que lhes profetizasse a paz num tempo de total decadência moral e espiritual (eu os chamo “profeta de aluguel”). O povo de Judá não queria admitir os seus pecados, e muito menos livrar-se deles; insistia em não ouvir a verdade. Daí a rejeição da mensagem do profeta de Deus, Isaías, que lhes advertia quanto ao fato de que Deus também é um Deus que envia maldições.

Com um Deus que manda maldições, não se pode brincar, não se pode ‘fazer de conta’ ou ludibriar! Que o digam todos aqueles que já foram severamente punidos por se atreverem a isso tentar! Um Deus que manda maldições, é um Deus santo e tremendo, que deve não apenas ser amado e adorado, mas temido e reverenciado. Assim proclamam as ruínas e túmulos daqueles que ousaram desafia-Lo!

O nosso Pai celestial, amado, é um Deus de bênçãos, sim; regozije-se! Mas Ele também é um Deus de maldições; adicione reverência e temor à sua celebração!

“QUEM TOMA O CAMINHO DA EXCELÊNCIA REVELA O QUE HÁ DE MELHOR EM SI MESMO” ( John C. Maxwell)

“Tornar uma prática constante a disposição de tratar os outros da melhor maneira possível pode influenciar sua maneira de enxergar o mundo – e a si mesmo. O presidente norte-americano Abraham Lincoln dizia: ‘Quando eu morrer, quero que todos que me conheceram bem digam a meu respeito que sempre arranquei uma erva daninha e plantei uma flor nos lugares em que acreditei que ela cresceria.’ É isso que a estrada da excelência faz com o coração de uma pessoa ao longo do tempo: planta flores onde antes só germinavam sementes ruins. A maneira de você tratar os outros é sua declaração, perante o mundo todo, de quem você é. Será que está fazendo a declaração que gostaria de fazer?

Se você ainda não coloca em prática o Princípio da Excelência, espero que o adote a partir de hoje. Provavelmente será o melhor investimento que pode fazer num relacionamento. Se precisar de uma ajudinha para tomar a estrada da excelência, siga estas placas indicativas:

• Permaneça na Rua da Gentileza o quanto puder.
• Vire à direita na Avenida do Perdão.
• Evite o Beco do Revide, pois não tem saída.
• Suba até o alto da colina, de onde poderá enxergar a estrada da Excelência.
• Entre nela e não saia mais; e, caso se perca no caminho, peça ajuda a Deus.

O caminho da excelência costuma não ser o mais fácil, mas é o único que leva a níveis mais elevados na vida.”

(MAXWELL, Jonh C. Vencendo com as pessoas; vinte e cinco princípios para alcançar o sucesso por meio de relacionamentos. Rio, 2007, Thomas Nelson do Brasil, p. 268)