segunda-feira, 17 de outubro de 2011

SOBRE O TEMPLO, A GLÓRIA DE DEUS; SOBRE O PALÁCIO, APENAS FUMAÇA

“E a glória do Senhor Deus encheu o templo.” (2 Crônicas 7.1b)

“O Senhor, o Deus de Israel havia aparecido a Salomão duas vezes e lhe havia ordenado que não adorasse deuses estrangeiros. Mesmo assim, Salomão não obedeceu ao Senhor...” (I Reis 11.9,10)


          A glória de Deus encheu, de fato, o templo construído por Salomão; a mesma glória, no entanto, jamais encheu o seu palácio. Sugerimos, portanto, que Deus aprovou a construção do templo, mas rejeitou as contas particulares de Salomão. O Senhor apareceu a Salomão duas vezes (que privilégio!), mas ele jamais soube o que é viver em intimidade com Deus. Durante a sua vida, Salomão relacionou-se com Deus como sendo “o Deus de Davi”, seu pai; “o Deus de Davi”, infelizmente, não se tornou “o Deus de Salomão”.

          Assim também tem sido, lamentavelmente, com muitos cristãos que trabalham para o Senhor, realizam obras grandiosas para Ele e, até mesmo, sustentam financeiramente a Sua igreja, e, no entanto, jamais tiveram uma experiência real de salvação e mudança de vida: cristãos que passam a vida inteira adorando “ao Deus de seus pais”.

          A história de Salomão é a história de um homem que “viu” a manifestação da glória e do poder de Deus sobre o templo que construiu, mas cuja vida revelou a total ausência desta mesma glória e poder; experimentou o ‘glamour’ dos homens, é verdade, mas não glória do Altíssimo; conheceu a honra e pompa humanas, mas não o poder do alto.

          Todos corremos o mesmo risco de desenvolver projetos para Deus sem experimentar o projeto de Deus em nossas vidas; de ver o agir de Deus sem permitir que Ele aja em nós, primeiramente; de ver a glória de Deus, mas experimentar apenas a fumaça do glamour e da pompa humanos.

          Que a glória de Deus se faça perceber em nossos desejos, escolhas, expectativas, sonhos, realizações e atitudes; e que Ele, por misericórdia e graça, nos livre da fumaça.

           Sobre o templo construído por Salomão desceu a glória de Deus; sobre o seu palácio, fumaça. Apenas fumaça. 

“O GIGANTE QUE DAVI NUNCA DERROTOU”

A vida do rei Davi exibiu muitos valores bonitos e preciosos, tais como a coragem, a humildade e a confiança em Deus. Infelizmente, porém, ela também exibiu, ao mesmo tempo, e principalmente para os próprios filhos, outros valores; estes, não tão bonitos e preciosos. Os campos de batalha exalavam a fragrância de um perfume agradável feito de ingredientes raros como a coragem, a fé e a humildade; já o harém - com, no mínimo, 20 mulheres, entre elas esposas e concubinas (leia II Samuel 3.2-5; 5.13-16; 11.27) -, exalava o mau cheiro de uma paixão totalmente rebelde e insubmissa ao rei. E este mau cheiro impregnou não apenas o ar do palácio, mas também a vida dos seus filhos. Se não, vejamos:

          II Samuel 13. Amnom força a própria irmã a ter relações com ele.
          II Samuel 16.22. Absalão tem relações com as 10 concubinas do próprio pai.
          I Reis 11.1-3. Salomão “ama” muitas mulheres estrangeiras e forma um harém com 700 esposas e 300 concubinas.

          Os campos de batalha revelaram a coragem, fé e humildade ímpares de Davi; a sua casa, porém, uma paixão rebelde e descontrolada! Coragem, fé e humildade foram, provavelmente, os valores que ele quis ensinar aos filhos; mas uma paixão descontrolada por mulheres foi o que eles aprenderam. Isso nos mostra que nossos filhos não vão aprender aquilo que lhes ensinamos através do discurso sem que o conteúdo deste discurso se faça perceber em nossas próprias atitudes. Em I Reis 2.1-9, por exemplo, Davi até que fez um discurso bonito para o filho Salomão (sem qualquer ironia, porque o discurso é bonito mesmo.) sobre o dever de se fazer aquilo que o SENHOR manda (se bem que ele gastou mais tempo falando de justiça contra os seus inimigos do que da obediência devida a Deus), e o rapaz até que começou bem a jornada, mas a imagem do harém do pai cheio de mulheres parece ter falado mais alto ao seu coração,ao final.

          Então, a primeira lição que Deus parece querer me ensinar aqui é que meus filhos ouvirão tudo aquilo que lhes ensino sobre a vida, mas, no afinal, absorverão a vida que vêem em mim, especialmente dentro de casa. A segunda, é que, como pai, preciso emitir mensagens consistentes aos meus filhos. A terceira, é que aquelas práticas lícitas - mas não edificantes (I Coríntios 10.23) - que trago para dentro do meu lar hoje podem vir a se tornar a causa da ruína dos meus próprios filhos amanhã (Por exemplo, a “inocente” cerveja que hoje trago para dentro de casa pode vir a se tornar a inimiga que amanhã escravizará e ceifará a vida dos meus próprios filhos). A lição seguinte é que conhecimento e informações até podem ser transmitidos através de discursos; já caráter, somente através da vida.

          Ao observar a lista dos filhos de Davi, percebemos que a maior parte era composta de meninos. A pergunta que nos ocorre, então, é: teria sido uma boa idéia formar um harém dentro de casa com tantas mulheres aos olhos de tantos rapazes? A resposta que nos ocorre é: Davi não pensou nisso; ele não se preocupou com os efeitos disso sobre os filhos. Ele parece não ter agido com razão, mas somente com o coração. E nós já sabemos que o coração é o lugar onde ele travava as suas maiores batalhas contra aquele gigante que ele nunca conseguiu derrotar.

          Oração: “SENHOR Deus, quer dentro ou fora do meu lar, eu quero que a minha conduta exale o perfume de uma vida que glorifique o Teu nome! ( II Coríntios 2.15) e que ela seja um instrumento do Senhor para imprimir no caráter dos meus filhos a imagem do Teu Filho. Abro mão das práticas que me são lícitas, ó Pai, para fazer somente aquilo que agrada a Ti.” (Salmos 40.8)

SOBRE O TEMPLO, A GLÓRIA DE DEUS; SOBRE O PALÁCIO, APENAS FUMAÇA

“E a glória do Senhor Deus encheu o templo.” (2 Crônicas 7.1b)

“O Senhor, o Deus de Israel havia aparecido a Salomão duas vezes e lhe havia ordenado que não adorasse deuses estrangeiros. Mesmo assim, Salomão não obedeceu ao Senhor...” (I Reis 11.9,10)

          A glória de Deus encheu, de fato, o templo construído por Salomão; a mesma glória, no entanto, jamais encheu o palácio construído por ele. Sugerimos, portanto, que Deus aprovou a construção do templo, mas rejeitou as contas particulares de Salomão.

          Será que estou em dia com Deus no que diz respeito às minhas contas particulares? Será que tenho obedecido à ordem de dar a Deus o que é de Deus, mas desobedecido a parte que diz “Dai a César o que é de César”? (“Dar a César o que é de César” é tão bíblico quanto “Dar a Deus o que é de Deus”!). Será que as minhas notas fiscais, imposto de renda, talão de cheques, cartão de crédito, etc. apontam para uma obediência e submissão às autoridades civis constituídas por Deus, ou não? Será que, como ministro de Deus, sou exigente e intolerante quanto ao respeito e submissão que me são devidos, mas, ao mesmo tempo, relapso e condescendente quanto ao respeito e submissão que devo?

          Será que a glória de Deus encheu o templo porque o templo era o símbolo da presença de Deus, mas não o palácio - este tomado pelo vazio de uma fumaça - porque o palácio era um símbolo da “egolatria” de Salomão?

          Precisamos nos lembrar sempre que mesmo o templo construído por Salomão, com toda a sua incomparável majestade e riqueza, foi o dia destruído por causa da desobediência do povo de Deus. O povo passou a usar o templo como uma garantia de isenção para a prática da idolatria, prostituição, mentira e, até mesmo, morte, ao invés de usá-lo como um símbolo de encorajamento à prática da justiça, retidão e misericórdia. Isso nos ensina que Deus não se deixa fazer refém de qualquer construção, instituição, realização ou grupo de pessoas que recebe na fachada a denominação de “sagrado”, mas que, no seu interior, não passa de um covil de ladrões e salteadores.

          Que estejamos todos alertas, pois já é tempo que se comece o julgamento de Deus! (na verdade, este julgamento já começou!). E ele começa pela casa de Deus, conforme I Pedro 4.17.

          Quando o julgamento de Deus chegar aos os nossos palácios, ficará pedra sobre pedra?

“O GIGANTE QUE DAVI NUNCA DERROTOU”

Davi foi, de fato, um homem “segundo o coração de Deus”; não sem falhas, porém.

          Davi foi um homem sujeito às mesmas paixões que nós; talvez tenha sido um super-guerreiro, ou um super-compositor, mas jamais foi um super-homem. Sinto muito desapontar alguém, mas super-homens simplesmente não existem. Ou dependemos da graça e misericórdia de Deus para vencermos as paixões que habitam os porões da nossa alma, ou, como Davi, tornamo-nos reféns delas. E caímos.

          Em muitas de suas escolhas, Davi foi extremamente infeliz. E pagou um alto preço por isso.

          Davi tornou-se um pilar de humildade, coragem e fé nos campos de batalha. Evitemos imitá-lo no modo como lidou com filhos e mulheres, no entanto. É sempre melhor fazermos de Jesus o nosso exemplo maior.

          Davi foi um homem “segundo o coração de Deus”, mas Deus nunca o tratou como seu ‘protégé’, de forma a ignorar os seus pecados. Todas as vezes que pecou, Davi foi devidamente repreendido e castigado.

          Deus não desistiu de Davi mesmo sabendo que este apresentava falhas no seu caráter, ou quando tomou decisões erradas (E isso, algumas vezes, custou a morte de outras pessoas); nem tampouco o Senhor deixou de cumprir as promessas que lhe havia feito. Inexplicavelmente, Deus consegue permanecer justo e, ao mesmo tempo, perdoar um homem responsável pela morte de 70.000 pessoas (II Samuel 24.10-17). E de quebra, ainda abençoa a descendência deste. Não me pergunte como isso é possível. “Quem pode explicar as decisões do SENHOR?” (Romanos 11.33,34).

          Davi foi perdoado e restaurado porque se arrependeu das coisas erradas que fez, e não porque se assentava num trono real. Deus não teme posição, reputação ou autoridade humanas; Ele, porém, jamais rejeitará um coração humildade e arrependido. (Salmos 51.17)

          Todos temos os nossos gigantes interiores, que precisam ser devidamente identificados, combatidos e derrotados (estes, nem sempre tão evidentes como os de Davi). O caminho da humildade, arrependimento e confissão é sempre infalível neste caso.

          Davi morreu e foi sepultado com os seus antepassados. Deus, porém, continua reinando sobre a história humana: o mesmo Deus justo, fiel, perdoador e restaurador de sempre. “Pois todas as coisas foram criadas por Ele, e tudo existe por meio dEle e para Ele. ‘Glória a Deus para sempre! Amém!’” (Romanos 11.36)

“Eu vi o Senhor”

Isaías 6.1-13

          Neste texto, há três elementos que, a meu ver, pressupõem um ministério abençoado e bem-sucedido, segundo os padrões do reino de Deus.

I. Vs. 1 – “Eu vi o Senhor”.

          O que falta a muitos ministérios hoje é esta visão do Senhor exaltado e glorificado; Senhor que reina, que governa e que é soberano sobre todas as coisas. Nenhum homem jamais deveria ousar começar uma vida ministerial sem que antes tivesse no seu curriculum a prova de uma experiência pessoal e incontestável de uma visão de Deus. A verdade que, às vezes, sobejam títulos, comendas e realizações numa tentativa de compensar a falta desta experiência. Sobejam líderes espirituais doentes, portadores de uma visão espiritual totalmente doentia, que se propõem a guiar o povo à Luz; cegos guiando outros cegos.

          O que torna um ministério abençoado, abençoador e bem-sucedido é que ele nasce a partir de um encontro real com o verdadeiro Deus, e não a partir de um mero conhecimento intelectual ou teológico.

          “Ver o Senhor” não é uma experiência que um curso teológico possa proporcionar; nem tampouco décadas de serviço cristão podem fazê-lo; e nem mesmo a produção de uma memorável obra teológica ou a construção de um magnífico ícone religioso. Na verdade, se esta experiência não anteceder a estas coisas, há uma chance muito grande de que elas se tornem meras produções humanas.

          Um ministério abençoado, abençoador e bem-sucedido começa com a visão de um Deus entronizado.

          Um ministério abençoado, abençoador e bem-sucedido começa com a visão de um Deus santo.

          Um ministério abençoado, abençoador e bem-sucedido começa a visão de um Deus Todo-Poderoso.


II. Vs. 6,7 – “Eu fui tocado pelo Senhor”.

          Há muita gente que nunca experimentou o toque de Deus em sua vida ocupando a liderança de um ministério que se propõe a honrar a Deus e a abençoar o povo. Deus, meus amados, curou os lábios impuros de Isaías antes que este saísse da Sua presença para ministrar ao povo. Homens com lábios impuros, dinheiro impuro, relacionamentos impuros, intenções impuras, esquemas impuros, e qualquer outra coisa impura, jamais deveriam sair da presença de Deus para ministrar ao povo antes que esta impureza fosse devidamente tocada e curada pelo Senhor!

          O “ser tocado” pelo Senhor (“quebrantado”, “curado”, e “transformado”) terá sempre que anteceder a um ministério que se propõe aproximar as pessoas de Deus. Sempre. Não há o que se negociar aqui.

          Homens que não tenham sido tocados por Deus até podem realizar obras grandiosas e notórias, mas jamais produzirão ministérios que tenham, reconhecidamente, o selo da aprovação do Deus vivo e verdadeiro. Fazer muito pela obra de Deus não significa, necessariamente, fazer a vontade de Deus.


III. Vs. 8,9 - “Eu fui comissionado pelo Senhor”.

          Há que se admitir o fato de que alguns ministros foram comissionados pelos pais, que projetaram nele os seus próprios desejos e sonhos, e, às vezes, frustrações;

          Há que se admitir o fato de que outros foram comissionados pelo desejo egoísta de se adquirir fama, fortuna e poder;

          Há que se de admitir o fato de que outros ainda foram auto comissionados, ou seja, ‘introduziram-se’ no ministério ao invés de serem ‘conduzidos’ a ele.

          Amado, não importa a dimensão do ministério que você exerce na obra de Deus: para que você o exerça de forma a honrar a Deus e a abençoar as pessoas, é preciso que ele tenha o selo da visão de Deus, do toque de Deus e do chamado de Deus. De outra forma, todos corremos o risco de, um dia, ouvirmos a notória reprimenda: “Nunca vos conheci vocês.” (Mateus 7.23)

"REJEITANDO O MELHOR DE DEUS”

“Se o Senhor está contente com a gente, então nos dê essa terra para ser a nossa propriedade, e não nos faça ir para o outro lado do rio Jordão.” (Números 32.5)

      As tribos de Gade, Rúben e metade da tribo de Manasses decidiram que queriam a sua parte da herança numa região que ficava aquém do rio Jordão, isto, é, aquém da terra que lhes fora prometida por Deus.

      Jamais foi o desejo de Deus que qualquer indivíduo do seu povo Israel tivesse a sua herança fora da terra de Canaã; muito menos uma tribo ou, como neste caso, duas tribos e meia. Deus lhes havia prometido Canaã como herança porque Canaã era o melhor que eles poderiam ter. Canaã representava o melhor de Deus para as suas vidas, para as suas famílias, e para a nação. As tribos de Gade, Rúben e metade da tribo de Manasses, no entanto, decidiram e insistiram no fato de que queriam sua herança fora da terra prometida. E Deus, na Sua infinita paciência e misericórdia, permitiu que assim o fosse. Mas aquele grupo jamais teve o privilégio de conhecer e experimentar o melhor de Deus para as suas vidas...

      Fico a pensar em quantos filhos de Deus hoje, à semelhança daquele grupo, estão a se contentar com aquilo que não representa o melhor de Deus para as suas vidas! Pessoas que já estabeleceram as suas residências (e também desistência e resistência) na terra denominada “Good Enough” (Suficientemente Boa) e que não sonham, um pouco sequer, com a terra chamada “God’s Best” (O Melhor de Deus). Curiosamente, este grupo até chegou a entrar na terra de Canaã, mas preferiu retornar e construir sua história aquém do Jordão.

      Não tem sido também esta, infelizmente, a atitude de muitos filhos de Deus hoje? Pessoas que chegam a compreender e a enxergar o melhor de Deus para as suas vidas, mas que retrocedem e estabelecem as suas vidas na terra do “Good Enough”, e ali se acomodam o resto de sua existência?

      Amado, Deus se compraz em oferecer aos Seus filhos aquilo que Ele tem de melhor (Mateus 7.11). O desejo de Deus é que você se revista de Cristo, se fortalece nEle e conquiste o melhor que Ele tem preparado para você! As únicas coisas Ele requer de nós são fé e obediência. Portanto, seja forte e corajoso porque o Senhor é com você! Deixe hoje mesmo a terra do "Good Enough" e prossiga para a conquista da terra do "God's Best". 

“O GIGANTE QUE DAVI NUNCA DERROTOU”

Uma tarde Davi se levantou, depois de ter dormido um pouco, e foi passear no terraço do palácio. Dali viu uma mulher muito bonita tomando banho.” (II Samuel 11.2)

      Deus permitirá que o mal siga o seu curso livremente; não irrestritamente, mas livremente. Deus também permitirá que o mal exerça a sua atração total - e, às vezes, fatal -, sobre os seus filhos. Assim tem sido ao logo da história humana, e assim será até o seu final.

      Como você, eu também tenho me perguntado o por quê de Deus, muitas e muitas vezes, não livrar os seus filhos de situações de perigo, sofrimento e tentação. Esta é uma indagação que tem angustiado milhares e milhares de cristãos por todo o mundo. No caso em questão, perguntamo-nos porque Deus permitiu que Davi fosse tentado daquela forma; alguns, talvez, iriam mais longe, e indagariam porque Deus não o cegou temporariamente, ou algo assim. Em resumo, queremos saber por que Deus nem sempre realiza um ato miraculoso para livrar os seus filhos quando fazê-lo nos parece a melhor - e única - opção de quem realmente ama.

      Tenho encontrado algumas respostas que não têm, de fato, respondido completa e satisfatoriamente a todos os questionamentos da minha mente, mas têm trazido uma boa porção de paz ao meu coração. Ei-las:

      Deus é perfeito em amor e justiça. (Tiago 1.16,17; Salmos 145.8,9).

      Deus permitirá que o mal siga o seu curso livremente, debaixo da Sua restrição e controle, e para a Sua glória. E Ele fará isso movido pelo Seu amor perfeito, de forma a realizar sempre aquilo que é o melhor para os Seus filhos (Romanos 8.28).

      Deus não porá um fim ao mal até que este tenha cumprido todos os propósitos que Ele quer. O homem não é uma vítima indefesa do mal; ele é vítima das suas próprias más escolhas e desejos. (Tiago 1.13-15; 4.1-6. Em Cristo Jesus ele é livre não apenas para escolher o bem, mas também para derrotar o pecado que habita o seu ser). Isso não significa que todo sofrimento é resultado direto de pecados. (João 9. 1-3).

      A liberdade que possuo para fazer más escolhas é uma das maiores provas do amor de Deus por mim. Escolher obedecê-lo é uma das maiores provas do meu amor por Ele.

      Deus não pode mudar o meu passado, mas Ele pode - e quer - e irá, com a minha permissão - escrever ‘triunfo’ sobre ‘tragédia’ nas tábuas do meu coração.

      Deus se compadece daqueles que sofrem debaixo da tirania e do poder do mal, e providenciou um caminho de fuga, proteção e vitória para eles: JESUS.

      Ao final da história, JESUS triunfará completa e definitivamente sobre o mal, e entregará o reino ao PAI, a quem tudo pertence. (I Coríntios 15.28). Glórias, pois, a Ele AGORA e ETERNAMENTE. Amém.