segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"Um Lindo Palácio Não Faz Um Grande Rei!"

 “Um Lindo Palácio Não Faz Um Grande Rei!”

                            
 


                                
 


             Ou faz?
            Aos olhos do mundo sem Deus, sim. O mundo tem criado os seus grandes reis: “o rei do rock”, “o rei do futebol”, “o rei da música pop”, “o rei das mulheres”, “o rei do gado”, “o rei das telecomunicações” e assim por diante. Homens a quem o mundo deu a forma de um deus, e aos quais Satanás não recusou fornecer o seu espírito.  Diante de tais reis o mundo se curva, e adora. 

        Aos olhos de Deus, a coisa é bem diferente. Veja o que disse o Senhor a Jeoaquim, filho de Josias: “Você acha que ser um rei significa [meramente] disputar [com Salomão] e esforçar-se para obter excelência em [palácios de] cedro? O seu pai [Josias] não praticou a justiça e retidão enquanto comia e bebia [sendo íntegro e reto perante Deus]? E assim tudo foi bem com ele. (Jeremias 22.15 – Amplified Bible. Tradução minha). Numa outra versão (New Living Translation), a palavra do Senhor é ainda mais direta: “Mas um lindo palácio não faz um grande rei!”

         Em contraste com a vida íntegra e reta de seu pai Josias (renomado pela grande reforma espiritual que promoveu durante o seu reinado), Jeoaquim (também chamado Eliaquim) decidiu por um modo de vida que não agradava a Deus ( II Crônicas 36.5-8).
Conforme a narrativa do profeta Jeremias, ele construiu o seu palácio com injustiça e desonestidade, matou inocentes, e só enxergava os seus interesses egoístas (Jeremias 22.13-17). Jeoaquim se deixou dominar pelo espírito de grandeza do mundo. A tradução da Bíblia de Jerusalém (The New Jerusalem Bible) sugere que ele tinha uma paixão pelo cedro, um indicador de grandeza, riqueza e poder.

            A grandeza segundo o mundo foi o que desejou e viveu Jeoaquim, virando as costas para a grandeza de Deus, para a grandeza da herança espiritual que herdara de Josias e para a grandeza do privilégio que Deus lhe concedera de se tornar rei de uma nação. Mas não observamos qualquer grandeza no seu trágico fim: (a) morreu sem que sua família derramasse lágrimas por ele; (b) seus súditos não se importaram com a sua morte; (c) teve o funeral de um jumento morto – arrastado e lançado para fora dos muros de Jerusalém. Decreto de Deus como castigo por seus atos. (Jeremias 22.18,19. New Living Translation and The New Jerusalem Bible). 

            Assim morrem todos os que se apaixonam pela grandeza do mundo e desprezam a grandeza de Deus.
                      

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